Tony Robbins: Por que fazemos o que fazemos?

O Anthony Robbins é um dos maiores (se não o maior) coach pessoal do mundo e já inspirou milhões de pessoas, celebridades, personalidades e coaches brasileiros. Ele tem uma perspectiva fantástica da Vida e a expõe isso em todo o seu material disponível (livro, vídeos). Seu motto é que nosso destino é moldado pelas nossas decisões. Algo em que eu acredito piamente, principalmente, considerando que fazemos escolhas o tempo todo! 

Neste vídeo, ele aborda o que está por trás das nossas decisões, as emoções e as famosas 6 necessidades que nos movem. Para chegar onde se quer, é preciso estar com as rédeas de si nas mãos, guiando-se sabiamente, por isso a inteligência emocional e autoonhecimento são essenciais para ser bem-sucedido.Qualquer ferramenta que nos auxilie na obtenção dessas habilidades são bem-vindas! 

O estilo de Robbins é enérgico – direto e reto! Eu adoro! A palestra é apenas a ponta do iceberg do império de conteúdo que ele já criou. Vale a pena dedicar 22 minutos a esta sagacidade em forma de pessoa para entrar no fantástico mundo de Tony. 

Dan Gilbert é um professor de psicologia em Harvard e conduziu uma pesquisa sobre a felicidade. É autor de um livro chamado “O que nos faz felizes” e nesta palestra fala sobre os mecanismos de previsão e simulação de cenários do nosso cérebro (e como eles geralmente estão incorretos). O ponto alto, com certeza, é a conclusão de que nosso cérebro é capaz de sintetizar a felicidade, contudo, em condições contrárias às que nós geralmente pensamos. 

Mais uma palestra para mudar nossos conceitos e nos fazer pensar as fronteiras dos nossos conceitos. Afinal, como disse, Einstein, “a mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Psicologia Positiva

Martin Seligman é um psicólogo estadunidense que, estudando o modelo tradicional de doenças da psicologia, percebeu três falhas: (1)a psicologia tornara-se vitimologista e patologista, esquecendo-se de que as pessoas eram responsáveis por sua própria conduta, capazes de fazer escolhas e tomar decisões; (2) a psicologia esquecia-se da sua missão de tornar as pessoas a se tornarem mais produtivas, mais felizes; (3) na ânsia em reparar o que não estava funcionando, não ocorria aos psicólogos desenvolver ferramentas para auxiliar as pessoas a serem mais felizes, intervenções positivas.

Com outros psicólogos, desenvolveu a chamada Psicologia Positiva, a qual deveria se preocupar com as forças, tanto quanto com as fraquezas; se importar em construir as melhores coisas da vida, tanto quanto em reparar as piores; e se focar tanto em tornar as vidas das pessoas mais gratificantes e alimentar alto desempenho/talento, quanto em curar patologias.

É uma abordagem interessantíssima! A palestra dada por Seligman ao TED aborda os tipos de vida feliz, suas características, sobre intervenções positivas sendo criadas e testadas; a comparação do poder do prazer e do significado! Apesar de não ser recente (2004), ainda é uma abordagem extremamente moderna e sobre a qual pouco se fala. É um bom começo para entender este ramo da psicologia que tem mudado a abordagem da performance humana, sendo, inclusive, uma das influências do coaching.

[Ao Vivo] Google Hangout com Arianna Huffington, Guy Kawasaki, Rich Sheridan

Acabou de começar no Google+ um hangout com Arianna Huffington, Guy Kawasaki, Rich Sheridan: “Thrive and create joy at work”. Inclui participação das equipes da Virgin Unite e startups. 

[Live]: Arianna Huffington acabou de lançar um livro chamado Thrive, através do qual sugere a importância de alguns hábitos:

1. Uma boa noite de sono. O sono é importantíssimo para manter a saúde do corpo e da mente. A dica da Arianna pra quem não consegue obter as 8 horas ideais é: começar dormir pelo menos 30 minutos a mais do que você já dorme atualmente e tirar os dispositivos eletrônicos do quarto. Importantes porque, realmente, nada como pequenos passos para mudar os nossos hábitos de vez!

2. Cultivar a gratidão. Pesquisas já comprovaram que a gratidão influencia diretamente a nossa felicidade. A dica que ela dá é o dos dez dedos das mãos: faça um exercício indicando 10 razões pelas quais você é grato (a).

Rich Sheridan, escritor do Joy Inc., é um entusiasta da alegria no ambiente de trabalho. Ele acredita que os funcionários mais felizes são mais produtivos e engajados. Uma política de sua empresa, por exemplo, é que durante as férias, os funcionários ficam proibidos de olhar o e-mail da empresa.

[13:32] Tratando sobre e-mails (um problemão para quem é um workaholic), o host Guy Kawasaki falou de uma prática para quando alguém falece: ele deleta todos os e-mails da sua caixa. Percebeu que ninguém reclamou por ele ter ignorado seu e-mail e ele concluiu que não deveria estar respondendo a tantos e-mails.

[13:34] Participante pergunta sobre como demonstrar que investir no bem-estar dos funcionários é lucrativo. A Arianna Huffington responde que há muitas pesquisas que demonstram que quanto mais felizes, mais produtivos. Há muitas máquinas substituindo o trabalho do homem, então, isto nos leva à conclusão de que, no futuro, o que importará é a criatividade. Para isso, os funcionários precisam ter energia e motivação.

[13:35] Ele disse que apesar de participar de uma Universidade cujo departamento de empreendimento é bem desenvolvido, ele acredita que nem todos irão adotar esta postura. É muito difícil mudar as velhas gerações de empresários. Contudo, há muitos interessados nestas novas idéias e são eles os responsáveis por adotar estas novas políticas e disseminá-las, fazendo com que o velho sistema, naturalmente, seja substituído. Por isso, é importante que nós busquemos construir o ambiente de trabalho onde nós desejamos trabalhar.

[13:37] Arianna responde a uma pergunta sobre como o Huffington Post cresceu na cobertura de assuntos sobre bem-estar. Ela conta que começou com uma pequena seção e editoriais. Muitas pessoas buscam essas informações porque querem melhorar e crescer no trabalho.

[13:39] Uma pergunta para Rich sobre como construir uma cultura dentro da empresa sendo que os funcionários estão espalhados pelo mundo. Ele disse que o importante é construir relações humanas entre os funcionários. É preciso encontrar uma forma de reunir todos os funcionários para que eles passem tempos juntos e se conheçam, troquem informações sobre suas próprias culturas. Ou seja: realmente conectar uns com os outros para que, quando eles precisarem trabalhar em conjunto, eles confiem uns nos outros.

[13:41] O Rich continua falando sobre a necessidade de unir os funcionários. Sugerindo uma política como “Embaixadores”, pois assim, não seria preciso enviar todos os funcionários, mas apenas alguns e estes seriam aqueles que fariam o elo com as equipes de outras localidades.

[13:43] Pergunta para Arianna sobre dicas para construir uma comunidade online que interaja com o negócio. Ela responde que, ao contrário das presunções dos editores jornalísticos, as pessoas não desejam apenas notícias negativas, mas sim, querem interagir com notícias relacionadas a generosidade, inovação etc. Ou seja, a mídia tem o dever de propagar notícias positivas, pois há uma resposta maior do público. Sobre pessoas que levam vidas plenas, que causam impacto positivo na vida dos próximos.

[13:45] Pergunta para Rich sobre como manter freelancers motivados. O Rich recomenda um tour na empresa para conhecer a empresa, compartilhando a história, as ideias, como eles chegaram lá, contando sobre seu sistema de crenças. Isso faz com que eles se identifiquem ou não com a empresa e saiba se lá é o local ideia para ele trabalhar. Além disso, os tours acontecem ao redor dos funcionários que escutam tudo duas vezes por dia, fazendo com que eles também sejam energizados pela história e valores da empresa.

[13:48] Sobre erros. A Arianna diz que concorda com o Bill Clinton, que disse que todos os erros que ele cometeu, os cometeu enquanto estava cansado. Rich Sheridan diz que na empresa eles tem uma placa que diz: “Cometa erros mais rápido”. Não há uma política de esconder os erros, nem de não cometê-los, mas simplesmente aceitar que é humano errar e é preciso lidar com eles.

[13:50] Sobre ser lembrado por algo. Arianna disse que não quer ser lembrada, que não liga para o que vai acontecer com o seu legado depois que morrer porque acredita que ninguém morre. Nós simplesmente deixamos este corpo para trás, assim como um carro alugado. E que ela simplesmente irá tranquila sabendo que contribuiu para este mundo.

[13:52] Fundadora da Storygami faz um questionamento sobre como derrubar o mito de que é preciso trabalhar longas horas para o sucesso de uma startupArianna disse que ninguém nunca comprovou de que é preciso trabalhar 24/7 para obter sucesso. E pelo contrário, talvez não deveriam se perguntar se não é por isso que tantas falham no começo.

[13:53] Pergunta a Rich Sheridan sobre se a felicidade muda os parâmetros de país para país. Ele acredita que, no fundo, todos querem fazer parte de uma comunidade, contribuir. Contudo, ao final, cada país terá sua cultura. Rich responde a pergunta sobre por que quer ser lembrado. Ele conta a história de quando era um escoteiro, quando diziam que sempre tinha que deixar o local do acampamento melhor do que quando chegaram. Por isso, ele deseja a mesma coisa para o Planeta. Que ele deixe todos os lugares por onde passar melhor do que eram.

[13:56] Arianna conclui dizendo que está ansiosa para ver o que os novos empreendedores irão fazer e que espera que façam diferente porque, trabalhando à exaustão como fazem, não é o jeito certo, não é saudável. Rich diz que encoraja todos a aprender as lições dos passados, mas não se limitarem a elas. Que levem a empresa e o negócio dos quais se orgulharão, sabendo que podem fazer com eles aquilo que quiserem, contribuindo para deixar o planeta melhor.

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Escapismo, vulnerabilidade… Afinal, quem somos nós?

Algo mágico acontece quando perdemos o medo de lidar com nossos limites. Como saber até onde somos capazes de ir, se não nos dispusermos a ir até lá? Não saberemos.

E eu penso sobre todas essas coisas que fazemos para evitar lidar com nossos sentimentos, nossas emoções. O fim de um relacionamento, a perda de um emprego, uma situação embaraçosa qualquer… compras, sexo, bebidas, drogas, novela, futebol.

Que medo é esse de ser vulnerável? De se deixar ver? De conhecer as nossas próprias imperfeições? Afinal, não é lidando com elas, reconhecendo erros e limitações que CRESCEMOS? E quem nunca desejou viver na terra do nunca?

Esta palestra aborda uma pesquisa feita por Brené Brown, uma pesquisadora americana que se dedica ao estudo da conexão interpessoal, na qual ela chegou à surpreendente conclusões envolvendo a vulnerabilidade.