InstaMoment: 31/07/2014

“Não há nada de nobre em ser superior ao seu semelhante. A verdadeira #nobreza é ser superior ao seu antigo eu” (E. Hemingway)

There is nothing Noble in being superior to your fellow man; true nobility is being superior to your former self (E. #Hemingway) 

Para a performance em qualquer área de nossa existência, seja na profissional ou na pessoal, é preciso, antes de tudo o bem-estar, o equilíbrio. Na correria do dia a dia, nem sempre encontra-se o tempo para apreciar aquilo que a natureza nos dá abundantemente: paz, alegria, felicidade, amor, cuidado. A certeza de que, se tudo o que existe é tão maravilhoso e tão perfeito, há uma energia sábia e inteligente que sustenta a tudo isso. E nós podemos acessá-la! Jamais permita que a burocracia da vida turbe seus olhos para ver tudo o de bom que já temos e sempre teremos.

InstaWords: 30/07/2014

Some people spend their whole lives looking for that someone special, that we'll complete them and make them feel whole. What they don't realize is that they're really looking for themselves. Their better version. You're missing you! Not some other person, but the you that is not here yet... the person you're capable of becoming. So love yourself and invest your time in becoming that person you've always dreamt of having by your side. In the end - and I don't mean this in a sad or lonely way - we're the only ones who we'll be with ouserlves to the end. This way, you won't ever need anyone, but you'll come together to celebrate, create and enjoy life as it is meant to be lived: lightly, lovely and happily. Algumas pessoas passam suas vidas procurando por alguém especial, que as irá completar e fazê-las sentir inteira. O que muitos não percebem é que, no fundo, nós estão procurando por nós mesmos. A sua melhor versão. Você não sente falta de alguém, mas sim de você mesmo... daquele você que você sabe ser capaz de se tornar. Então ame a si mesmo e invista seu tempo em se tornar a pessoa que você sempre sonhou em ter ao seu lado. No final - e eu não digo isso de um lugar de tristeze e solidão - nós somos os únicos que sempre estaremos conosco. E assim, o outro não é uma necessidade, suprindo uma carência, mas sim alguém com quem você se reúne para celebrar, criar e aproveitar a vida como ela deve ser vivida: com amor, leveza e felicidade. #meditation #meditacao #reflexoes #amorproprio #beyourguru #guideyourself #loveyourself #loverevolution #sejaseuproprioguru #cresca #amor #selfhelp #bethelight

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Algumas pessoas passam suas vidas procurando por alguém especial, que as irá completar e fazê-las sentir inteira. O que muitos não percebem é que, no fundo, nós estão procurando por nós mesmos. A sua melhor versão. Você não sente falta de alguém, mas sim de você mesmo… daquele você que você sabe ser capaz de se tornar. Então ame a si mesmo e invista seu tempo em se tornar a pessoa que você sempre sonhou em ter ao seu lado. No final – e eu não digo isso de um lugar de tristeze e solidão – nós somos os únicos que sempre estaremos conosco. E assim, o outro não é uma necessidade, suprindo uma carência, mas sim alguém com quem você se reúne para celebrar, criar e aproveitar a vida como ela deve ser vivida: com amor, leveza e felicidade. 
 

Some people spend their whole lives looking for that someone special, that we’ll complete them and make them feel whole. What they don’t realize is that they’re really looking for themselves. Their better version. You’re missing you! Not some other person, but the you that is not here yet… the person you’re capable of becoming. So love yourself and invest your time in becoming that person you’ve always dreamt of having by your side. In the end – and I don’t mean this in a sad or lonely way – we’re the only ones who we’ll be with ouserlves to the end. This way, you won’t ever need anyone, but you’ll come together to celebrate, create and enjoy life as it is meant to be lived: lightly, lovely and happily.

 

Dan Gilbert é um professor de psicologia em Harvard e conduziu uma pesquisa sobre a felicidade. É autor de um livro chamado “O que nos faz felizes” e nesta palestra fala sobre os mecanismos de previsão e simulação de cenários do nosso cérebro (e como eles geralmente estão incorretos). O ponto alto, com certeza, é a conclusão de que nosso cérebro é capaz de sintetizar a felicidade, contudo, em condições contrárias às que nós geralmente pensamos. 

Mais uma palestra para mudar nossos conceitos e nos fazer pensar as fronteiras dos nossos conceitos. Afinal, como disse, Einstein, “a mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Live and let live

We’re surrounded by other people. Real privacy is a myth. We’re constantly sharing our feelings, thoughts and activities. Internet allowed us to create an edited life. And, among all that, it is so easy to forget the answer to this question: who are we living for? 

It is undeniable that we’re part of a community. Or that no man is an island. We need each other to make progress as a society… but, we do not need each other to be happy. Relationships are opportunities to express ourselves, be who we are and get to know ourselves. Or else, how would we act, react, interact? Happiness, on the other hand, is a state of the spirit –  or of mood – if that makes more sense. The only one who feels his feelings or not is the individual, that can establish any condition to be (or not) happy. 

“I will only be happy if I have the newest car”, “I’ll only be happy if I can make 20k a month”, “I’ll only be happy if I have the perfect family”, “I will only be happy if my husband will notice I changed my hair color”, “I will only be happy if my team wins the championship “. It is Ok to want all of this. Really! We’re moved by desires and interests. However, if we condition our happiness and well-being to external circumstances, over which we have no control… we must be prepared for a roller-coaster ride. It’s so uncertain and so unpredictable. We create unrealistic expectations and we cross our fingers and hope the world will just follow along.  

Expectation is slaying. To those who creates and to those for whom it is created. We creates a pattern and hope others will live up to it. We’re conditioning our feelings. We justify our unhappiness, our lack of politeness, our coarseness with the behavior of another. However, nothing or no one has control over how we feel and how we act, except if we allow it. If I choose to be solely responsible for how I feel, what kinds of thoughts I think, how I will be and act… It is done! I’ve chosen it. Instead…. if I restrict myself to something surrounding me…. boy, am I creating a prison for myself. 

To be happy, we need Love. For us and for everything else. We learn to love and accept ourselves in order to love and accept others because the relationships we have are a reflection of our relationship with ourselves. And Love respects. They understand other limitations and has no intention of enslaving them to our wishes in order to offer a feeling, a friendship. The capacity to feel is ours. 

Do not impose life scripts to others, neither wear their costumes or fantasies. We’re all free to feel and be whomever we like. We must free ourselves from the fetters that choke all of us. The expectation of submitting the other to ours hopes and wishes. And, specially, our submission to others expectations and desires. 

Live and let live. And in a free world, we’ll be finally able to breathe peacefully, aware and conscious that we’re living among real people and not people wearing masks. Respect and accept the other and just be yourself. 

Viva e deixe viver

Convivemos intensamente socialmente. A verdadeira privacidade é rara. Estamos constantemente expressando nossos sentimentos, nossos pensamentos, compartilhando atividades. A internet permitiu que criássemos uma vida editada. E no meio disso tudo, é fácil esquecer a resposta para uma pergunta: pra quem estamos vivendo?

Inegável que fazemos parte de uma comunidade. Inegável que nenhum homem é uma ilha. Precisamos uns dos outros para progredir enquanto sociedade… mas, não precisamos do outro para ser feliz. Relacionamentos são oportunidades para nos expressarmos, sermos quem somos e nos conhecermos. Ou, de outra maneira, como agiríamos, reagiríamos, interagiríamos? A felicidade, por sua vez, é um estado de Espírito, de humor – se assim preferir. O único que sente ou não os seus sentimentos é o próprio indivíduo, que pode condicioná-los ao que ele quiser.

“Só vou ver feliz se tiver um carro do ano”, “Só vou ser feliz de ganhar R$20 mil por mês”, “Só vou ser feliz se tiver uma família Doriana”, “Só vou ser feliz se meu marido for mais presente”, “Só vou ser mais feliz se o Fluminense ganhar o brasileirão”, “Só vou ser feliz se o PT explodir”. É ótimo querer! Desejos, interesses nos movem. Mas condicionar a felicidade e o bem-estar às circunstâncias externas, sobre a qual não temos nenhum controle… é imprevisível e instável demais. E nisso, criamos expectativas impossíveis, incontroláveis… parâmetros que sufocam, na espera de que o mundo siga com ele para que possamos simplesmente nos sentir bem.

A expectativa é algo que massacra. Tanto quem espera, quanto aquele de quem é esperado. Cria-se um padrão mental e espera-se que o outro corresponda a ele. É o sentimento condicional. Justifica-se a infelicidade, a falta de educação, a grosseria com o comportamento do outro. Contudo, nada, nem ninguém, tem o controle sobre como nos sentimos e como agimos, a não ser conforme nossa própria permissão. Se eu escolho ser a única responsável por como eu me sinto, que tipos de pensamentos eu penso, como eu sou e como eu ajo… eu serei! Contudo, a contrário, se eu me condicionar a tudo a meu redor… eu estarei criando uma prisão para mim mesma. Deixando a cargo dos outros aquilo que só cabe a mim.

Para ser feliz é preciso ter Amor. Por nós e por tudo. “Ama o próximo como a ti mesmo”. Tenho que primeiro me amar, para amar ao próximo, pois os nossos relacionamentos são um reflexo do relacionamento que temos com nós mesmos. E o Amor respeita. Ele aceita as limitações do próximo, não tendo a menor intenção de escravizá-lo às suas vontades para oferecer algum sentimento. A capacidade de sentir é nossa, não do outro.

Não imponha roteiros aos outros, nem vista as fantasias de outra pessoa. Cada um é livre para sentir e ser o que quiser. É preciso libertar-se das amarras que nos sufocam: a expectativas da submissão do outro à nossa vontade e, principalmente, de nossa própria submissão às expectativas alheias.

Viva e deixe viver… e em um mundo liberto, poderemos finalmente respirar em paz, com a consciência de que estamos lidando com pessoas e não com máscaras.