[Ao Vivo] Google Hangout com Arianna Huffington, Guy Kawasaki, Rich Sheridan

Acabou de começar no Google+ um hangout com Arianna Huffington, Guy Kawasaki, Rich Sheridan: “Thrive and create joy at work”. Inclui participação das equipes da Virgin Unite e startups. 

[Live]: Arianna Huffington acabou de lançar um livro chamado Thrive, através do qual sugere a importância de alguns hábitos:

1. Uma boa noite de sono. O sono é importantíssimo para manter a saúde do corpo e da mente. A dica da Arianna pra quem não consegue obter as 8 horas ideais é: começar dormir pelo menos 30 minutos a mais do que você já dorme atualmente e tirar os dispositivos eletrônicos do quarto. Importantes porque, realmente, nada como pequenos passos para mudar os nossos hábitos de vez!

2. Cultivar a gratidão. Pesquisas já comprovaram que a gratidão influencia diretamente a nossa felicidade. A dica que ela dá é o dos dez dedos das mãos: faça um exercício indicando 10 razões pelas quais você é grato (a).

Rich Sheridan, escritor do Joy Inc., é um entusiasta da alegria no ambiente de trabalho. Ele acredita que os funcionários mais felizes são mais produtivos e engajados. Uma política de sua empresa, por exemplo, é que durante as férias, os funcionários ficam proibidos de olhar o e-mail da empresa.

[13:32] Tratando sobre e-mails (um problemão para quem é um workaholic), o host Guy Kawasaki falou de uma prática para quando alguém falece: ele deleta todos os e-mails da sua caixa. Percebeu que ninguém reclamou por ele ter ignorado seu e-mail e ele concluiu que não deveria estar respondendo a tantos e-mails.

[13:34] Participante pergunta sobre como demonstrar que investir no bem-estar dos funcionários é lucrativo. A Arianna Huffington responde que há muitas pesquisas que demonstram que quanto mais felizes, mais produtivos. Há muitas máquinas substituindo o trabalho do homem, então, isto nos leva à conclusão de que, no futuro, o que importará é a criatividade. Para isso, os funcionários precisam ter energia e motivação.

[13:35] Ele disse que apesar de participar de uma Universidade cujo departamento de empreendimento é bem desenvolvido, ele acredita que nem todos irão adotar esta postura. É muito difícil mudar as velhas gerações de empresários. Contudo, há muitos interessados nestas novas idéias e são eles os responsáveis por adotar estas novas políticas e disseminá-las, fazendo com que o velho sistema, naturalmente, seja substituído. Por isso, é importante que nós busquemos construir o ambiente de trabalho onde nós desejamos trabalhar.

[13:37] Arianna responde a uma pergunta sobre como o Huffington Post cresceu na cobertura de assuntos sobre bem-estar. Ela conta que começou com uma pequena seção e editoriais. Muitas pessoas buscam essas informações porque querem melhorar e crescer no trabalho.

[13:39] Uma pergunta para Rich sobre como construir uma cultura dentro da empresa sendo que os funcionários estão espalhados pelo mundo. Ele disse que o importante é construir relações humanas entre os funcionários. É preciso encontrar uma forma de reunir todos os funcionários para que eles passem tempos juntos e se conheçam, troquem informações sobre suas próprias culturas. Ou seja: realmente conectar uns com os outros para que, quando eles precisarem trabalhar em conjunto, eles confiem uns nos outros.

[13:41] O Rich continua falando sobre a necessidade de unir os funcionários. Sugerindo uma política como “Embaixadores”, pois assim, não seria preciso enviar todos os funcionários, mas apenas alguns e estes seriam aqueles que fariam o elo com as equipes de outras localidades.

[13:43] Pergunta para Arianna sobre dicas para construir uma comunidade online que interaja com o negócio. Ela responde que, ao contrário das presunções dos editores jornalísticos, as pessoas não desejam apenas notícias negativas, mas sim, querem interagir com notícias relacionadas a generosidade, inovação etc. Ou seja, a mídia tem o dever de propagar notícias positivas, pois há uma resposta maior do público. Sobre pessoas que levam vidas plenas, que causam impacto positivo na vida dos próximos.

[13:45] Pergunta para Rich sobre como manter freelancers motivados. O Rich recomenda um tour na empresa para conhecer a empresa, compartilhando a história, as ideias, como eles chegaram lá, contando sobre seu sistema de crenças. Isso faz com que eles se identifiquem ou não com a empresa e saiba se lá é o local ideia para ele trabalhar. Além disso, os tours acontecem ao redor dos funcionários que escutam tudo duas vezes por dia, fazendo com que eles também sejam energizados pela história e valores da empresa.

[13:48] Sobre erros. A Arianna diz que concorda com o Bill Clinton, que disse que todos os erros que ele cometeu, os cometeu enquanto estava cansado. Rich Sheridan diz que na empresa eles tem uma placa que diz: “Cometa erros mais rápido”. Não há uma política de esconder os erros, nem de não cometê-los, mas simplesmente aceitar que é humano errar e é preciso lidar com eles.

[13:50] Sobre ser lembrado por algo. Arianna disse que não quer ser lembrada, que não liga para o que vai acontecer com o seu legado depois que morrer porque acredita que ninguém morre. Nós simplesmente deixamos este corpo para trás, assim como um carro alugado. E que ela simplesmente irá tranquila sabendo que contribuiu para este mundo.

[13:52] Fundadora da Storygami faz um questionamento sobre como derrubar o mito de que é preciso trabalhar longas horas para o sucesso de uma startupArianna disse que ninguém nunca comprovou de que é preciso trabalhar 24/7 para obter sucesso. E pelo contrário, talvez não deveriam se perguntar se não é por isso que tantas falham no começo.

[13:53] Pergunta a Rich Sheridan sobre se a felicidade muda os parâmetros de país para país. Ele acredita que, no fundo, todos querem fazer parte de uma comunidade, contribuir. Contudo, ao final, cada país terá sua cultura. Rich responde a pergunta sobre por que quer ser lembrado. Ele conta a história de quando era um escoteiro, quando diziam que sempre tinha que deixar o local do acampamento melhor do que quando chegaram. Por isso, ele deseja a mesma coisa para o Planeta. Que ele deixe todos os lugares por onde passar melhor do que eram.

[13:56] Arianna conclui dizendo que está ansiosa para ver o que os novos empreendedores irão fazer e que espera que façam diferente porque, trabalhando à exaustão como fazem, não é o jeito certo, não é saudável. Rich diz que encoraja todos a aprender as lições dos passados, mas não se limitarem a elas. Que levem a empresa e o negócio dos quais se orgulharão, sabendo que podem fazer com eles aquilo que quiserem, contribuindo para deixar o planeta melhor.

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Seja a mudança: sobre professores e aprendizes.

O mundo é um projeto em construção. VOCÊ é um projeto em construção. Somos inacabados, imperfeitos. Estamos em uma jornada de desenvolvimento e não nascemos sabendo tudo. Pelo contrário, a não ser pouquíssimas coisas – como respirar – somos ensinados a fazer praticamente tudo!

Além disso, é certo que as nossas limitações transparecem em nossas criações, pois estas estão adstritas à inteligência do seu criador. Logo, é natural que a sociedade que formamos – e tudo o que a integra – também seja cheia de falhas que precisam ser melhoradas. Não é nada de outro mundo! Pelo contrário, é uma consequência óbvia. 

Então, por que haveríamos de ficar perplexos diante de serviços mal-prestados? De procedimentos organizados de maneira pouco eficiente? Eles são reflexos de quem os estabeleceu. E se você pode fazer melhor: FAÇA! Assuma a responsabilidade por contribuir para um local de trabalho melhor, um lar melhor, uma empresa melhor, para um você melhor… enfim… para um mundo melhor!  

Contudo, jamais devemos assumir uma postura de crítico, apontando dedos. Mas sim como um professor. Afinal, não somos todos aprendizes? O mundo não é um resultado de todas as nossas escolhas, capacidades e limitações? Não estamos todos no mesmo barco, sendo influenciados pelas ações de todos e de cada um? Então, contribuir para o crescimento do próximo é também contribuir para o próprio crescimento. E a melhora na vida do outro, será a da nossa também. 

A conduta daquele que busca oferecer soluções para contribuir é distinta daquele que apenas aponta defeitos pelo prazer de criticar, pois aquele é alguém que entendeu que ninguém sabe de tudo e que, certamente, ao longo do caminho, também precisará do outro para compartilhar um pedaço do conhecimento que não soube obter por si mesmo.

Como disse Gandhi: “Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim”. Seja a tolerância, tenha compaixão pelas limitações dos outros, assim como você espera com as suas, pois é dando que se recebe. Somente através do AMOR transformaremos o mundo no lugar onde todos desejamos viver. 

Seja a mudança! 

Sobre o papel do dinheiro em nossas vidas

Vivemos em um mundo capitalista. Por isso, o dinheiro tem um papel importante em nossas vidas, pois através dele realizamos transações que nos permitem obter aquilo que precisamos para sobreviver e suprir nossas necessidades.

Em virtude deste papel central, há um enorme desvirtuamento, pois mesmo sendo apenas um meio, ele passa a ser visto como um fim. Contudo, o dinheiro em si nada acrescenta… ele é apenas uma ferramenta para a vida.

Esta é, em minha opinião, uma das maiores causas da infelicidade, da pobreza, do egoísmo, da necessidade de acúmulo de riqueza e de tantos outras males: a visão do dinheiro como algo que ele não é, a substituição do homem como centro da vida pelo dinheiro, o que resulta na sociedade que hoje vemos. 

Sobre esse assunto, deparei-me com um artigo muito interessante e pensei por bem compartilhá-lo: “Nós e o Dinheiro” por Luiz Flávio Gomes. 

Coursera: Grow to Greatness

Essa semana começa mais um curso no coursera.org. Eu acabei desistindo de todos os outros e resolvi me focar apenas neste, tamanho meu interesse no objeto de estudo e proposta deste curso.

Eu acredito, até meu último fio de cabelo que o segredo do sucesso é: pessoas. Para uma empresa ou um empreendimento funcionar, você precisa ter funcionários motivados, engajados e produtivos. Por isso, é tão importante o papel de um líder, que vai ser, como… vamos dizer… a “cola” da equipe. É o que mantém todos unidos e em harmonia.

O título do curso em tradução literal é “cresça até a grandeza”. E para esta disciplina, para que um negócio cresça, é preciso que o empreendedor cresça, que seus funcionários cresçam, que seus clientes estejam felizes… aí sim! Você ganhará dinheiro. O curso tem um enfoque que eu tenho buscado a muito tempo em livros e cursos: tudo começa com você. A chave para o sucesso é a mudança e ela começa em você. Como diz aquela frase: “Se você não mudar nada, nada irá mudar”.

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Sobre não desperdiçar o seu tempo e fazer tudo com AMOR.

Todos hão de concordar que o tempo é o nosso bem mais valioso! E finito (pelo menos nesta vida, nos dias etc). Logo, jamais podemos nos dar ao luxo de desperdiça-lo. Por isso, uma dica valiosa para não cair na besteira de jogar fora esse precioso recurso é: faça tudo com concentração, atenção e cuidado! 

Já parou pra pensar no tempo que se perde refazendo aquilo que já foi feito? Ou que temos que dar um retorno a alguém e estávamos tão distraídos que nem parece que fizemos aquilo? Pois é… como diz o velho ditado: “preguiçoso trabalha duas vezes”.

Costumo dizer que temos que fazer tudo com amor! Mesmo que não seja algo extremamente importante, uma tarefa pequena – a qual você, erroneamente julga insignificante – dê o seu melhor! Não seja preguiçoso! Além de obter mais satisfação nas realizações das tarefas, ao fazer tudo com diligência e amor, economizamos o tempo que algo mal-feito exige para ser melhorado ou para lidar com os pequenos prejuízos que coisas feita sem atenção e cuidado sempre geram.

Com o tempo economizado, você poderá fazer tudo aquilo que queria e pensa que “não tem tempo”: estudar outra língua, exercitar, preparar seu próprio jantar, aprender algo novo, passear na praça, conversar com um amigo querido, ouvir música, ler…  enfim!

Nada nos faz mais feliz do que o bom proveito do nosso tempo! 

E você? Como tem aproveitado o seu?

Coursera: Introdução à Administração de Produção

A Wharton, uma das melhores escolas de negócios do mundo, está oferecendo gratuitatamente, através do coursera, um curso de introdução à Administração de Produção. O curso teve início há 1 semana e nas primeiras aulas, você vai ter um panorama geral do que seja a administração de operações de produção. O objetivo do curso é ensinar a analisar e melhorar os procedimentos de produção, balenceando a necessidade dos clientes com o que a empresa pode oferecer da maneira mais otimizada.

Wharton

Apesar de não informar aí no site, dentro do curso, é possível assistir às aulas com legendas em português.

Direito Vivo: Vivendo seus Ideais.

Este foi um texto que encontrei no meu bloco de notas. Escrevi durante uma viagem a São Paulo no dia 08/12/2014. Faz parte de uma categoria a qual denominei “Direito Vivo” e está relacionado ao post anterior, pelo que achei pertinente publicá-lo. Por esta razão, aqui segue:

Brasília – Cuiabá, 08 de Dezembro de 2012

Às 12h00 do dia 07 de dezembro decidi que naquela noite iria ao teatro. Havia passado os dois últimos dias andando por Sao Paulo e estava simplesmente cansada de todo aquele número de pessoas indo e vindo, esbarrando e empurrando a todo momento.

A tarde contou com um passeio pelo JK Iguatemi e muitas voltas de taxi.

A peça escolhida foi Hamlet, interpretado por Thiago Lacerda no teatro Tuca, na PUC-SP. Gosto de chegar aos lugares com bastante tempo livre, assim, nao me preocupo com atraso ou correria. Sendo assim, cheguei ao teatro antes mesmo que pudesse retirar os ingressos comprados pela internet, o que me fez ir explorar o campus da faculdade que ficava logo ao lado.

Entrei na faculdade em busca de água e um toalete, mas o que encontrei foram diversas barracas armadas, churrasqueira, professores e alunos reunidos em volta de um microfone e uma faixa no monumento central que dizia “PUCSTOCk”.

Iniciei um dialogo com dois alunos da PUC a fim de descobrir o que era aquele acontecimento. Os alunos então me explicaram que ocorreu uma burla ao sistema de escolha do reitor da PUC (Ana sales pesquisar mais sobre).

Os personagens eram surrais. Alunos de direito e vidologia na PUC, os alunos estavam acampados ali em protesto. Um deles nem sequer possuia celular, acreditava que este o privava de viver os momentos.

Neste momento, o leitor pode pensar tratar-se de exagero “nao ter celular, mas como isso é possível?”. Eu me pergunto se é possível viver tanto através de um pequeno aparelho. Como é possível viver distraído do presente? Numa eterna fuga da realidade? Só posso concluir que há algo muito errado em uma sociedade que busca prazeres imediatos, cuja ansiedade nao permite semear e esperar as recompensas do trabalho árduo.

Revolucionários, hippies, índios, rebeldes com causa sao pessoa a quem costumamos olhar de canto de olho, ignorando a presença ou mesmo a quem se dispensa desprezo. Contudo é preciso ir além da superfície.

As pessoas que lutam contra o fluxo merecem nossa atenção e respeito. Sao pessoas que, ainda que extremamente julgadas pela sociedade, ainda que ignorados ou menosprezados, nao abrem mão se seu maior direito: sua liberdade.

A história da humanidade é um produto da busca pela liberdade e respeito a dignidade do homem. Por isso, quando encontrarmos alguém diferente em nosso caminho, lembre-se: nossa história, nossa liberdade e a vida como conhecemos hoje sao devidas a todos aqueles que nao aceitaram as limitações impostas por caprichos desmotivados, a todos aqueles que, em troca da aprovação da sociedade, escolheram romper com os padrões e ser fieis aos seus idéias, ainda que sob protesto e julgamentos.

Nunca devemos criticar aqueles que escolhem viver seus ideais, pois a diversidade é a grande causa de nossa liberdade e respeito a todas as pessoas.

A grande conclusão, portanto, é que, no fundo, apesar de todas as diferenças aparentes, somos todos iguais e nosso maior desafio, é aprender a ver além da superfície e trazer paz à convivência de todas as pessoas, a fim de que, então, com o intercâmbio de conhecimento, possamos, verdadeiramente, nos tornarmos uma sociedade civilizada e verdadeiramente humana.

Da necessidade de tolerância e respeito à individualidade alheia (seja você).

O sistema capitalista impôs a produção em massa, a padronização, o indivíduo como consumidor, sujeito aos discursos das empresas interessadas em vender seus produtos. Adicione-se a isso nossos pais dizendo que Y é melhor que X; os colegas do trabalho que exigem certa conduta; os amigos que espera nos comportemos sempre de uma determinada maneira. Enfim… tudo ao nosso redor pretende que nos uniformemos, que sejamos todos iguais.

Contudo, cada um de nós é resultado de nossas vivências. As ligações neurais se formam conforme as experiências vividas, moldando nosso cérebro conforme a neuroplasticidade. Portanto, se cada absorve o mundo à sua própria maneira, não há duas pessoas idênticas no mundo. Logo, não é uma crença, é um fato científico: somos únicos! 

E se ser diferente é normalcomo esperar que todos sejamos iguais? Se não há como usar parâmetros de um para interpretrar outros, por que esperar que todos se comportem da mesma maneira? Impor um padrão de comportamento e de conduta é cruel. É tolhir a liberdade de cada um  de ser quem é, pensar como quiser, vestir-se como achar melhor… de se descobrir e responder a pergunta que todos, eventualmente, fazem a si mesmo: “quem sou eu?”.

É preciso cultivar o respeito e a tolerância à individualidade alheia. Sem julgar e sem esperar que o outro aja como nós pensamos certo. Impor nossa opinião é tentar escravizar o próximo, limitando-o a nossa experiência. E se eu quero a liberdade de construir a vida que eu acredito ser melhor… por que não dar isso ao meu semelhante?

Que todos nós, principalmente aqueles cansados de viver entre os limites impostos por sabe-Deus-quem, possamos proporcionar liberdade ao próximo, sem tentar enquadrá-lo aos nossos “padrões de normalidade” pois como disse São Francisco: “é dando que se recebe”.

Coursera: Solução Criativa de Problemas

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No última dia 26, teve início o curso Creative Problem Solving, cujo objetivo é estimular a criatividade e inovação para solucionar problemas através de exercícios semanais, materiais didáticos, aulas e participação nos fóruns que reúnem pessoas de todo o mundo (quão legal é isso?)!  O curso é oferecido gratuitamente pela Universidade de Minnesota, cujo slogan é algo como Movidos pela Descoberta (Driven to discover).

O escopo do curso – inovação e criatividade – é fantástico. Atualmente, há uma certa tendência ao uniformismo, um olhar torto ao diferente, o que dificulta que possamos nos desenvolver como indivíduos. É importante sair de nossa zona de conforto, porque é fora dela que o crescimento acontece.